Queda de cabelo, afinamento dos fios e espaços visíveis do couro cabeludo. Esses são os principais sinais da alopecia androgenética, também conhecida como calvície feminina. O problema que afeta 5% das mulheres tem causa genética e está ligada ao hormônio dihidrotestosterona (DHT).

O hormônio tem importante ação no organismo dos homens, por ser responsável pela formação da genitália masculina ainda no feto. As mulheres também produzem DHT, mas de forma bem inferior aos homens.

Quando o organismo não consegue metabolizar o DHT, o excesso acaba interferindo no ciclo de renovação do cabelo, causando a diminuição dos folículos e modificando o desenvolvimento dos fios. Como é uma doença hereditária, a alopecia androgenética feminina pode ser transmitida para as mulheres tanto pela mãe como pelo pai.

Como identificar a alopecia androgenética feminina?

A alopecia é o tipo mais comum de perda de cabelos e pode iniciar logo após a puberdade. Ao contrário da calvície dos homens, quando há perda total de cabelos em uma área do couro cabeludo, nas mulheres a alopecia androgenética se apresenta de forma diferente. Os fios começam a ficar fracos e ralos, especialmente na área da repartição do cabelo no topo da cabeça. Em casos extremos, o couro cabeludo pode ficar exposto e visível.

Apesar dos sintomas poderem iniciar ainda na adolescência, é após os 50 anos que a queda começa a ficar mais intensa. Isso está relacionado às mudanças hormonais da idade, como a menopausa.

Para confirmar a alopecia androgenética feminina existe a necessidade de uma avaliação por profissionais que vão realizar uma anamnese na paciente para descartar outras doenças que podem causar perda de cabelos, como alterações menstruais, estresse e doenças inflamatórias.

Alopecia androgenética feminina tem tratamento!

Nas mulheres, a alopecia androgenética torna-se um grande problema por afetar a autoestima, já que os cabelos demonstram feminilidade, beleza e saúde. E, por esse motivo há a necessidade de se identificar a doença o mais cedo possível. Além de proporcionar melhores resultados, quando o tratamento inicia nos primeiros sinais de queda de cabelo, há menos chances da alopecia prejudicar a autoestima da mulher.

No caso da alopecia androgenética feminina, existem diversos tratamentos. Os mais indicados são à base de fototerapia e aplicações de substâncias no couro cabeludo. A técnica de Laser LLLT consiste numa emissão de grande quantidade de energia em uma pequena região do couro cabeludo. A utilização do Laser LLLT no tratamento da alopecia androgenética feminina ocorre por promover o estímulo capilar, aumentando o fluxo sanguíneo e assim, favorecer o crescimento de novos fios.

Outra técnica muito utilizada é a Intradermoterapia Capilar, que é a aplicação de substâncias específicas em toda a região capilar. Essas substâncias podem ser desde vitaminas e minerais, como medicamentos como o minoxidil, finasterida e outros que agem para estimular o crescimento dos cabelos.

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